Secretários Municipais de Educação definem calendário escolar

Publicado: 21/10/2014 às 15:37:14

Os Secretários Municipais de Educação reunidos segunda-feira, 20, no auditório da Amesc em Araranguá, definiram o calendário escolar para o próximo ano.

A reunião em caráter extraordinário foi solicitada pelos Prefeitos da Amesc na semana passada, tendo como principal intuito prolongar as férias de verão já que a região é turística e possui programações que dependem da temporada. 

A Gerente de Educação da SDR/Araranguá, Celina H. da Rosa, participou da reunião e agora aguardará a oficialização da decisão, para que o Governo estude a possibilidade de ajustes no calendário da rede pública estadual.

O Presidente do Colegiado dos Secretários de Educação da Amesc, Valmir Possamai, comentou que há anos o Colegiado vem buscando conciliar o calendário escolar. “Nós estamos buscando esta conciliação entre o calendário da rede pública municipal e estadual de ensino, para que seja bom para os alunos, profissionais da educação, economia da região, além de facilitar o transporte escolar”, destacou Possamai. 

Ao todo serão duzentos dias letivos, com início a partir do dia 18 de fevereiro e término no dia 11 de dezembro de 2015. As férias de julho serão apenas de uma semana, preferencialmente na última do mês. Algumas peculiaridades serão ajustadas pelos próprios municípios. 

 

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Candidatos à Presidência divergem sobre redução da maioridade penal

22/10/2014 às 14:27:59

A redução da maioridade penal - dos 18 para os 16 anos - é uma das propostas que colocam em lados opostos os candidatos à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Aécio tem defendido abertamente a redução, em casos de crimes graves, cuja proposta, de autoria de seu candidato a vice, o senador Aloysio Nunes, tramita no Congresso Nacional. O programa de governo de Dilma não menciona a questão, mas o governo federal tem se posicionado contra a proposta de Nunes. O site Muda Mais, que apoia a reeleição da candidata do PT, também manifestou-se contra, em uma mensagem publicada no último 12 de outubro, Dia da Criança. A proposta de redução da maioridade penal tampouco é consenso entre especialistas. De um lado, há a ideia de que adolescentes entre 16 e 18 anos já têm discernimento para entender que estão cometendo crimes. Portanto, segundo os defensores da redução da maioridade, esses jovens devem ser punidos com prisão, de forma a evitar que eles cometam mais ações violentas. De outro lado, há aqueles que acreditam que a redução da maioridade penal gerará ainda mais problemas à segurança pública, uma vez que encaminhar esses jovens para presídios, em geral precários, prejudicará a recuperação deles e sua reinserção na sociedade. Defensor da redução da maioridade penal, o promotor Thales Cezar de Oliveira atua há 20 anos na 2ª Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo. “Cem por cento dos adolescentes que atendemos na promotoria têm exata noção daquilo que estão fazendo, de que estão cometendo crime. A conduta desses adolescentes não é fruto da pouca idade e sim de uma má-formação da personalidade desses jovens”, disse o promotor. Oliveira reconhece que a situação dos presídios brasileiros não é propícia à recuperação dos detentos. No entanto, segundo ele, a prioridade é garantir a segurança das pessoas “honestas, decentes e trabalhadoras” que são “vítimas dos adolescentes que cometem crimes”. “Eu ainda prefiro pegar o indivíduo que praticou crimes graves e colocá-lo no sistema prisional, mesmo que seja um sistema prisional falido, para proteger esses cidadãos de bem.” Por outro lado, a psicóloga Maria Helena Zamora, especialista em adolescentes infratores pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), acredita que a redução da maioridade penal terá resultados desastrosos. “Reduzir a maioridade penal é entupir as prisões, mais do que já são entupidas. A prisão não é nenhuma escola, a não ser a do crime. Ela não evita a reincidência e fomenta o ódio [do detento]. Colocar ali dentro pessoas que ainda não completaram seu desenvolvimento é o projeto que queremos para nossa adolescência?”, questiona. Maria Helena lembra que, apesar de não responderem criminalmente pelos seus atos, os jovens não ficam impunes quando cometem infrações. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), se o crime for cometido entre os 12 e 18 anos de idade, o infrator pode ser internado em uma unidade socioeducativa, por até três anos. “Não é verdade que eles ficam impunes. Muitas vezes a gente tem visto o ECA ser mais severo com os adolescentes do que a lei penal.” Thales Oliveira ressalva, entretanto, que a redução da maioridade penal deve ser apenas a última medida de um pacote para reduzir a criminalidade entre os jovens, que incluiria investimentos na saúde, na educação, na cidadania, no saneamento básico e no apoio às famílias. “A redução da maioridade penal, por si só, não reduz criminalidade. Ela traz justiça”, disse. Maria Helena discorda da redução da maioridade penal, mesmo que venha com a promessa de investimentos na garantia de direitos aos adolescentes, como as citadas por Oliveira. “Nós sabemos que isso [os investimentos sociais] não sairá do papel. A única medida que acabará sendo implantada, como sempre em questões de segurança pública, é a repressão”, afirmou a psicóloga.
Abertas as rematrículas na rede estadual de ensino nas escolas da SDR Araranguá

Abertas as rematrículas na rede estadual de ensino nas escolas da SDR Araranguá

21/10/2014 às 14:55:12

A Secretaria de Estado da Educação (SED) divulga os períodos destinados a rematrícula e novas matrículas nas 1.100 escolas da rede pública estadual de ensino. Até sexta-feira, 24, ocorrerá renovação da matrícula de alunos que já estudam na rede e, de 03 a 10 de outubro será realizada a matrícula para os novos alunos. “É importante que os pais fiquem atentos aos prazos, para que não percam as vagas nos turnos desejados para seus filhos”, disse a gerente de Educação da SDR Araranguá, Celina Hobold da Rosa. Crianças e jovens, que não conseguirem se matricular terão uma nova chance entre os dias 02 a 06 de fevereiro de 2015. Entre os principais critérios para a matrícula na rede estadual ou municipal está o zoneamento, em que o aluno deve procurar a escola mais próxima da sua residência ou do trabalho dos pais. Como documentação, além da certidão de nascimento ou documento de identidade e duas fotos 3 x 4, a Secretaria da escola deve solicitar atestado de vacina ou declaração dos pais/responsáveis do aluno, assegurando estar em dia com a vacinação, para todos os níveis de escolaridade. Segundo período: para cursos técnicos concomitantes e subsequentes dos CEDUPs e do EMIEP (EEB, EEM e CEDUPs) - 26 a 30 de janeiro de 2015 Rematrícula e matrícula para alunos dos espaços de privação de liberdade (Unidades Prisionais, Unidades Sócio-educativas e Centros Terapêuticos) - 02 a 06 de fevereiro de 2015. Requisitos para ingresso na rede pública estadual Ensino Fundamental Criança com 6 anos a completar até 31 de março e, quando solicitado pelo pai ou responsáveis, a completar 6 anos até a data de 31 de dezembro do ano em curso. Ensino Médio e Educação Profissional Ensino Médio e Cursos Técnicos Concomitantes ao Ensino Médio: Alunos egressos do Ensino Fundamental. Curso de Magistério: 1ª série: Alunos egressos do Ensino Fundamental e 3ª série: Alunos com 2ª série do Ensino Médio completo ou egressos do Ensino Médio Curso Técnico Subsequente (Pós-Médio): Alunos egressos do Ensino Médio ou Matriculados na 3ª série do Ensino Médio. Educação de Jovens e Adultos (EJA) Ensino Fundamental: 15 anos completos no ato da matrícula Ensino Médio: 18 anos completos no ato da matrícula Calendário Escolar 2015 Início do ano letivo: 09 de fevereiro Recesso escolar: 18 de julho a 02 de agosto Término do ano letivo: 22 de dezembro.
Eleitor que não compareceu às urnas no 1º turno deve votar no 2º

Eleitor que não compareceu às urnas no 1º turno deve votar no 2º

21/10/2014 às 09:41:30

O eleitor que não votou e não justificou sua ausência à urna no primeiro turno das eleições 2014, em 5 de outubro, deve comparecer à votação normalmente no segundo turno, no próximo dia 26.A ausência do eleitor no primeiro turno não impede a votação no segundo. Isto porque cada turno é considerado pela Justiça Eleitoral como uma eleição distinta.Aquele eleitor que não pôde votar em 5 de outubro nem justificou a sua ausência no mesmo dia do pleito tem até 4 de dezembro para apresentar justificativa ao juiz em qualquer cartório eleitoral.Com relação ao voto em trânsito para presidente e vice-presidente da República, só poderá fazê-lo no segundo turno quem se cadastrou até o dia 21 de agosto, prazo final de inscrição nessa modalidade de voto tanto para o primeiro quanto para o segundo ou para os dois turnos.
Secretário Regional de Araranguá recebe Coordenadora Estadual da Mulher

Secretário Regional de Araranguá recebe Coordenadora Estadual da Mulher

20/10/2014 às 17:01:46

O secretário Regional de Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, acompanhado das gerentes da 22ª SDR, Dione Helena Ramos Cesa (Assistência Social), Celina Hobold da Rosa (Educação) e Graziela Minatto de Souza (Saúde) recebeu na última semana a Coordenadora Estadual da Mulher, Jane Maria Ghizzo Schmidt, para tratar do Programa Mulher Sem Violência. Na ocasião, foi discutida a mobilização e articulação da Região da SDR Araranguá para o evento que será realizado no dia 29 de novembro em Criciúma, envolvendo as duas Regionais, pelo fim da violência contra as mulheres. A programação está inserida na Campanha “16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, que acontece em 159 países, começando no dia 25 de novembro e terminando em 20 de dezembro. A Coordenadora Estadual da Mulher explicou que a proposta é reunir aproximadamente 2 mil mulheres dos Municípios que fazem parte das Regiões de Criciuma e Araranguá, com um dia inteiro de atividades. O secretário Regional de Araranguá citou que será feito contato com as Prefeituras, para que haja uma ampla participação da Região do Extremo-Sul. “A 22ª SDR participará efetivamente do evento, auxiliando na articulação e mobilização dos nossos Municípios”, destacou.
Prevenção é a melhor opção no combate ao câncer de colo uterino

Prevenção é a melhor opção no combate ao câncer de colo uterino

20/10/2014 às 15:33:07

O câncer de colo do útero é o terceiro mais freqüente na população feminina e a quarta causa de morte em mulheres por câncer no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Na Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, referência regional para tratamento do tumor, 4 a 7% dos casos que apresentam alguma alteração celular inicial causada pelo vírus evoluem para o câncer. No ambulatório da unidade, são atendidas cerca de 140 pacientes todos os meses. O Papilomavírus Humano, conhecido como HPV, é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero. Para o ginecologista Ricardo Maia, diretor da Carmela Dutra, o uso do preservativo e o exame preventivo têm papel fundamental no combate à infecção por HPV e outros vírus.  SES – Como o câncer de colo do útero se desenvolve?Dr. Ricardo Maia – Isso acontece em etapas. Geralmente inicia pela infecção do HPV, que evolui para uma lesão inicial chamada Neoplasia Intra Celular (NIC) de graus I, II e III. O estágio mais avançado é o tumor, que pode ser local (só no colo) ou invasor (podendo comprometer a bexiga, os rins, ureter). Por isso, é importante que a mulher faça o exame preventivo anualmente, pra que a infecção seja diagnosticada na fase inicial. Se ela tem dois exames anuais negativos, ela passa a fazer esse exame a cada três anos. Esse é um grande rastreador do câncer de colo do útero e da infecção pelo HPV. O vírus é tratado e se for detectada uma lesão inicial, que a gente chama de NIC I, é feito um acompanhamento. Em casos de NIC II e III já é considerada a intervenção cirúrgica, bem como quando o câncer já está instalado. Na cirurgia é feita uma avaliação para saber se o tumor já se estendeu. SES – Qual é a função do colo do útero?Dr. Ricardo Maia – A grande função do colo do útero é ser a porta para o nascimento. Ele é um prolongamento do útero onde ocorre a dilatação. Se o colo fosse fechado, a mulher não teria condições de ter parto normal. O útero contrai, o colo abre e o bebê nasce. É um órgão que está em contato com os órgãos sexuais e com infecções, especialmente o HPV, que é transmitido sexualmente em 95% dos casos. SES – O HPV é a causa exclusiva do câncer de colo do útero?Dr. Ricardo Maia – 99% dos tumores são causados pelo HPV. Infecções de repetição crônicas por bactérias ou fungos, se não foram tratadas podem causar alterações celulares, facilitando a infecção pelo HPV. SES – Quais os sintomas mais comuns?Dr. Ricardo Maia – Quando o câncer já está instalado, porque a paciente não tem o diagnóstico ou porque não fez o preventivo, os principais sinais são: dor na relação sexual e sangramentos. Nem toda dor e nem todo sangramento é câncer. Mas esses sinais precisam ser investigados com exames ginecológicos, como o papanicolau e a colposcopia, feita com a ajuda de um microscópio para saber se há alguma alteração celular. SES – É possível que uma pessoa seja portadora do vírus HPV e não ter sintomas?Dr. Ricardo Maia – Sim. Às vezes, o vírus somente ainda não foi suficiente para provocar alguma alteração no colo, não dá sintoma nenhum. Por isso, a importância do exame preventivo, regularmente. SES – Há alguma faixa etária mais suscetível ao câncer de colo do útero?Dr. Ricardo Maia – São as pacientes com vida sexual ativa, considerando-se faixa de risco entre os 26 e os 50 anos. Mas isso depende de cada paciente e de quando teve sua primeira relação sexual. SES – Com relação ao diagnóstico precoce, tem-se conseguido fazê-lo na maioria dos casos?Dr. Ricardo Maia – Sim. Como a maternidade é um hospital de referência regional para esse tipo de câncer, há pacientes que já chegam ao ambulatório de patologia cervical com a doença instalada e sem diagnóstico prévio. No entanto, é raro. SES – Que fatores influenciam na prevenção do câncer de colo do útero?Dr. Ricardo Maia – A relação sexual com uso de preservativo é fundamental. A camisinha protege tanto contra o HPV, como contra o HIV, sífilis, hepatite, e tantos outros males sexualmente transmissíveis. A vacina, embora a rede pública disponibilize para determinada faixa etária, pode ser feita em qualquer idade, também na rede privada. E mesmo que a paciente já seja portadora do vírus, o ideal é que faça também a vacinação, para que diminua no seu organismo a carga viral. SES – Como é o tratamento dos casos de infecção pelo vírus e dos casos de câncer instalado?Dr. Ricardo Maia - O tratamento segue algumas etapas. Se for detectado apenas o HPV, a paciente será monitorada a cada seis meses com exames preventivos ou colposcopia. Se for constatado que há infecção por HPV e existem mais alterações celulares tipo II e III,  a possibilidade de cirurgia é avaliada para retirar aquele fragmento do colo do útero onde o vírus está localizado. Depois da cirurgia, a paciente passa por um acompanhamento de seis em seis meses, depois anualmente, até que a situação esteja controlada. O HPV não tem cura, ele tem controle. SES – Em quais casos é indicado realizar quimioterapia ou radioterapia?Dr. Ricardo Maia - A radioterapia, mais usada nesse tipo de tumor, é adotada quando realmente há câncer de colo invasor. Nesse caso, o médico oncologista avalia se a paciente fará cirurgia ou radioterapia, ou os dois. Às vezes, a radioterapia é indicada para substituir a cirurgia, pois o procedimento de retirada do útero, do colo, dos ovários e trompas é bem radical. A intensidade do comprometimento do tumor é o que vai definir o que será feito. SES - Como ocorre a transmissão do HPV?Dr. Ricardo Maia – Somente pelo ato sexual. SES – Qual a principal orientação quando o assunto é câncer do colo uterino?Dr. Ricardo Maia – As principais orientações são: uso do preservativo e vacinação. Além disso, o exame de papanicolau anualmente na rede básica. O mais importante é a prevenção.
Policia Federal deve ter greve de 72h nesta semana

Policia Federal deve ter greve de 72h nesta semana

20/10/2014 às 10:06:14

Greve na Polícia Federal deve começar na quarta-feira (22) e ir até a sexta (24). Policiais federais de todo o Brasil farão uma greve de 72 horas na próxima semana, entre a quarta-feira (22) e a sexta (24). A paralisação, que ocorre às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, busca criticar as interferências e a falta de compromisso do governo federal com a categoria. O movimento começa já na noite da terça (21), com atos em todas as capitais do País. A greve deve envolver os agentes, escrivães e papiloscopistas federais, que estão com salários congelados há seis anos. O grupo afirma que o estopim para a realização da greve é uma Medida Provisória que restringe os postos de chefia e o conceito de autoridade policial somente para quem possui o cargo de delegado. A alegação é que a MP cria uma hierarquia política na Polícia Federal e retira autonomia técnica dos demais agentes envolvidos nas investigações. “Queremos uma polícia com chefes que mereçam os seus cargos pelo mérito e pela experiência”, afirma Jones Borges Leal, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais. “Somente com profissionalismo podemos evitar interferências nas investigações, garantir que todas as provas produzidas pelos agentes federais cheguem na justiça e impedir que ocorram vazamentos de informações sigilosas”, diz. A entidade que puxa a greve considera que a situação da Polícia Federal é caótica. Eles dizem que anualmente 250 agentes federais abandonam a carreira. Argumentam ainda que é altíssimo o índice de doenças psíquicas e é visível uma queda no número de indiciamentos. “A Polícia Federal está sendo destruída, e é um absurdo como são desperdiçados os recursos financeiros e humanos, enquanto a população brasileira precisa do combate ao crime organizado e corrupção”, argumenta Leal. “Hoje, infelizmente, milhares de agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal são engolidos pela burocracia”, critica. A princípio, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Alagoas, Tocantins, Acre, Ceará, Bahia, Santa Catarina, Pará, Maranhão, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Piauí, acataram a greve dos agentes da PF, que se estenderia até sexta feira próxima.